sexta-feira, 27 de maio de 2011

Poesia no blog

SABE QUEM?

Amanheceu
o sol brilhou
e na sombra de seus raios
eu vi os olhos de alguém
sabe quem? Não sei
Então cantei, falei
cantava para não gritar
eu queria esquecer
Mas como?
Não posso?
Não devo?
Não consigo!
Anoiteceu
A lua apareceu
e do lado esquerdo
eu vi uma bando de estrelas
uma delas tinha o brilho mais forte
e nesse brilho eu vi
os olhos de alguém
de alguém que amo
Sabe quem?
VOCÊ


Autora: Alessandra Ribas

terça-feira, 24 de maio de 2011

Uma cartomante no Blog

video

Este vídeo retrata um pouco do que significa a cidade de Cruz Alta, a letra e a melodia nos proporcionam o sentimento tradicionalista do compositor. Nas fotos o retrato da paisagem que a cidade nos remete a história da formação do Rio Grande do Sul e como a ação da modernidade modifica a paisagem, sem perder a essência.

Graciela, Cátia, Ana Amélia e Alessandra

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Som e imagem


"A infância é a melhor fase da vida, temos muitas dúvidas e curiosidades, mas ainda não temos medo de perguntar."

terça-feira, 10 de maio de 2011

"Brincando com as palavras"

     Segundo a autora Kelly de Souza os pais precisam resgatar as brincadeiras poéticas perdidas na memória, precisam ler mais com os filhos, brincar com a linguagem, deixar-se contaminar pela poesia, não procurar interpretá-la e nem tirar lição de moral.
     Acreditamos que o mesmo deve acontecer na escola, poderíamos começar com atividades que tragam mais os pais a escola, para que possam lembrar o quanto é importante estarem perto de seus filhos, e que possam ajudá-los e também serem ajudados pelos filhos. A escola não é apenas o lugar onde os alunos recebem o conhecimento para a vida , é o lugar que já foi dos pais aprenderem. Vamos trazê-los de volta a essa maravilhosa instituição para que aja esse resgate familiar.
     Tendo como experiência o Programa Primeira Infância Melhor, onde o trabalho é feito diretamente com os pais procurando resgatar as brincadeiras culturais objetivando o desenvolvimento da criança a partir da cultura familiar. É um trabalho lento , mas que gera resultados positivos , pois brincar ludicamente faz parte do universo das crianças.
     As escolas devem realizar projetos que visem a participação da família no resgate de cantigas de roda , brincadeiras , versos , poesias , trava línguas , poderiam ser horas de contos, recreio orientado ou sacolas com materiais para as mães trabalharem em casa facilitando o envolvimento da família. Até mesmo porque não podemos cobrar algo que não é disponibilizado.
     A poesia é uma das melhores formas de fazer esse resgate, pois coloca as crianças em processo de interação com o texto, cada um aluno aciona esquemas próprios para processar o texto a fim de atingir os diversos objetivos da poesia.

Cabe ao professor valorizar as habilidades da criança. A poesia poderá fazer parte dos conteúdos desenvolvidos em sala de aula com alunos e com a família de diversas maneiras.

Ao brincar com as palavras, a criança se relaciona com o mundo da poesia de forma espontânea e divertida com significados variados.
Alessandra, Ana Amélia, Cátia e Graciela


segunda-feira, 9 de maio de 2011

A lomba do cemitério

Certa vez um professor universitário ao pedir referência para seus alunos sobre um hotel bom para se hospedar obteve a seguinte sugestão: - Professor na Rua Voluntários há um bom hotel, porém, tome cuidado com a "lomba do cemitério". O professor ficou impressionado mas não quis "dar o braço a torcer". Ao sair da universidade, tarde da noite dirigiu-se ao endereço referido e nervoso de medo não tomou os devidos cuidados com a sinalização de trânsito, passou "lotado" por uma "lomba". Depois do solavanco é que "morrendo de rir de si mesmo" percebeu que a lomba do cemitério era um quebra - molas próximo a entrada do cemitério.
Graciela Salgado e Cátia Agert

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Diferentes significados e sentidos das palavras









     Enquanto a mãe preparava o almoço a filha de 5 anos observava atentamente o que a mãe fazia. Em um determinado momento:
Mãe: Filha, me alcança o pé de alface pra eu fazer a salada.
(A filha olha por alguns instantes para o pé de alface, como quem procura algo.)
Filha: Mãe não tem nenhum pé aqui na alface.
A mãe ri e explica para a filha os diferentes sentidos da palavra.
Autoras: Ana Amélia e Alessandra